Atchim! Quem disse que gato não pega gripe?

As doenças do trato respiratório são bastante comuns na medicina felina. Causadas por vírus, bactérias, fungos ou mesmo processos alérgicos, elas podem provocar sintomas bem parecidos com a nossa velha conhecida gripe e trazer consequências perigosas se não forem tratadas.
O Herpesvirus causa a rinotraqueíte, também chamada "gripe do gato". Os pets afetados sofrem com espirros, tosse, falta de apetite, lesões na boca, conjuntivite, febre e até pneumonia.
É preciso atenção especial com os filhotes, que são mais suscetíveis e ficam mais debilitados. É indispensável uma visita ao veterinário, pois existe o risco de morte.
Além disso, as úlceras na boca são doloridas e atrapalham o animal na hora de comer. Começar o tratamento logo no início e manter o bichinho sob observação de um profissional é muito importante.
A transmissão é feita pelo contato direto entre gatos saudáveis e doentes. O espirro é o maior disseminador de partículas virais.
Mesmo depois do tratamento, o gato ainda terá o vírus em seu organismo, por isso é importante ficar atento a qualquer sinal de recaída. Isso é mais comum em períodos de estresse e pode trazer todos os sintomas e riscos à tona novamente.
O melhor meio de prevenção é através da vacina contra a rinotraqueíte. Mas, cuidado, somente animais saudáveis devem ser vacinados. Mantenha os ambientes limpos, desinfetados e ventilados e isole os pets doentes dos saudáveis até que se recuperem.
A doença não é transmissível para cães ou pessoas. Portanto, pode mimar o seu gato sem preocupação.

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