Dar algum medicamento via oral aos animais de estimação não é tarefa fácil. Assim como as crianças, cães e gatos não costumam receber os remédios de livre e espontânea vontade, por isso é importante que o tutor tenha paciência, um pouco de imaginação e siga as recomendações do veterinário, evitando principalmente a automedicação e excesso nas doses a serem ministradas.
Embora existam no mercado farmacêutico veterinário novos formatos de medicação, em tabletes e pastas palatáveis (recursos que facilitam a mastigação por parte dos animais), a maioria ainda está disponível em formato de comprimido ou líquido.
Uma forma de ministrar os comprimidos em cães é escondê-los em alimentos que os bichinhos estão acostumados, como queijo branco light, requeijão ou até de banana. Na hora de oferecer o petisco, é importante ficar atento para ver se realmente o cão ingeriu o que era necessário. Se o cão rejeitar a guloseima, troque por outra, até convencê-lo.
No caso dos gatos, a situação é mais complicada, porque eles não são ludibriados facilmente com petiscos. Nesses casos, o melhor é optar por medicações líquidas ou pastosas, que podem ser colocadas na boca do animal ou até misturadas à ração úmida.